
Nossa Senhora Aparecida: Santa Cristã ou Deusa Mãe?
Aparecida, a Grande Mãe e a ancestralidade feminina: uma reflexão sobre fé, maternidade sagrada e o acolhimento das crianças.
Bruxo Òṣó Àjẹ́Ler publicação →
InstitutoTerra MatrizInformação abre caminhos e educação transforma realidades. Nossas colunas reúnem assuntos diferentes, sempre com atenção às pessoas, aos territórios e às escolhas que moldam a vida em sociedade.
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Aparecida, a Grande Mãe e a ancestralidade feminina: uma reflexão sobre fé, maternidade sagrada e o acolhimento das crianças.
Bruxo Òṣó Àjẹ́Ler publicação →
O manifesto da Ordem Terra Matriz: muitos caminhos, fundamentos respeitados e a Terra que sustenta todos eles.
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Uma releitura de Branca de Neve pelo olhar da rainha. Quem você é quando discordam de você?
Douglas MarquesLer publicação →
Pedro transforma antigos pesadelos em arte, até que a madrugada lhe devolve uma presença que talvez nunca tenha sido imaginária.
Douglas MarquesLer publicação →
Um homem contempla o próprio corpo enquanto o tempo, as lembranças e sua identidade desaparecem.
Douglas MarquesLer publicação →
Desejo, poder e ascensão social em uma minissérie de época que encontra força justamente onde recusa o final esperado.
Douglas MarquesLer publicação →
Uma série teen envolvente, com romance, rivalidades e um final capaz de deixar qualquer espectador indignado.
Douglas MarquesLer publicação →
Um encontro breve, um horário marcado e as possibilidades de um futuro que talvez nunca tenha começado.
Douglas MarquesLer publicação →
Madeleine desperta sem memória, encontra a casa em silêncio e descobre que sua liberdade pode esconder algo terrível.
Douglas MarquesLer publicação →
Uma madrugada, uma encruzilhada e a indiferença diante de uma vida interrompida.
Douglas MarquesLer publicação →Cinema, séries e outras produções culturais observadas com opinião, humor e olhar autoral.

Desejo, poder e ascensão social em uma minissérie de época que encontra força justamente onde recusa o final esperado.

Uma série teen envolvente, com romance, rivalidades e um final capaz de deixar qualquer espectador indignado.
Escolhas, desigualdades, trabalho e os movimentos que atravessam a vida em sociedade.

Uma reflexão sobre autocobrança, excesso de informação e a necessidade de priorizar sem culpa.

Uma reflexão sobre comparação, vulnerabilidade e o poder dos algoritmos sobre nossa atenção.

Uma reflexão sobre a desigualdade do tempo disponível, qualificação profissional e responsabilidade individual.
Narrativas sobre acontecimentos, vidas, memórias e experiências humanas.

Uma crônica autobiográfica sobre fibromialgia, perdas e reconstrução pessoal.

Uma crônica sobre as vidas interrompidas pela força da água, do gelo e da lama.
Ficções breves sobre vidas, silêncios, conflitos e acontecimentos que deixam marcas.

Uma releitura de Branca de Neve pelo olhar da rainha. Quem você é quando discordam de você?

Pedro transforma antigos pesadelos em arte, até que a madrugada lhe devolve uma presença que talvez nunca tenha sido imaginária.

Um homem contempla o próprio corpo enquanto o tempo, as lembranças e sua identidade desaparecem.

Um encontro breve, um horário marcado e as possibilidades de um futuro que talvez nunca tenha começado.

Madeleine desperta sem memória, encontra a casa em silêncio e descobre que sua liberdade pode esconder algo terrível.

Uma madrugada, uma encruzilhada e a indiferença diante de uma vida interrompida.
Inteligência artificial, internet, inovação, cidadania digital e transformação tecnológica.
Ecologia, proteção animal e justiça climática.

A crise climática chega primeiro a quem tem menos sombra, menos infraestrutura e menos proteção.

Racismo ambiental é perceber quem convive com lixo, contaminação, enchentes e ausência de saneamento.

Solo vivo, comida sem veneno e trabalho digno fazem parte da mesma cadeia de cuidado.

Proteção animal exige superar abandono, exploração e testes evitáveis sem separar ética e ciência.

Não há futuro ecológico sem protagonismo dos povos que protegem territórios há gerações.
Reflexões sobre sofrimento, vínculos e vida contemporânea, com a contribuição do psicólogo e psicanalista Rodrigo Borges.

Uma reflexão sobre situações, escolhas e vínculos que parecem retornar em nossa história.

Comunicação, expectativas e os desencontros que atravessam os vínculos.

As exigências do trabalho, da liderança e o lugar que concedemos a nós mesmos.

As transformações da adolescência e a construção de novas referências.

O que uma discussão pode revelar sobre expectativas, faltas e repetições do casal.

Uma em cada seis pessoas no mundo vivencia solidão, e vínculos comunitários também são cuidado.

Redes acessíveis, territoriais e orientadas por direitos favorecem recuperação e autonomia.

Redes sociais podem conectar e ferir; proteção digital precisa de diálogo, educação e responsabilidade das plataformas.

Metas impossíveis, assédio e insegurança não se resolvem apenas com técnicas individuais de bem-estar.

Álcool, tabaco e outras drogas exigem prevenção, redução de danos e tratamento acessível.
Corpos, identidades, origens e pertencimentos.

Visibilidade precisa vir acompanhada de segurança, educação, trabalho, saúde e poder de decisão.

Representação amplia repertórios quando não transforma diferenças em curiosidade ou superação.

O capacitismo infantiliza corpos e nega autonomia afetiva, sexual e reprodutiva.

Quem abriu caminhos para novas gerações também precisa de redes de afeto e serviços sem preconceito.

Sotaques, territórios, etnias e culturas regionais não são versões menores de um centro imaginário.
Liberdade religiosa, ancestralidade e diálogo.

O manifesto da Ordem Terra Matriz: muitos caminhos, fundamentos respeitados e a Terra que sustenta todos eles.

Ataques a terreiros e símbolos de matriz africana não são simples intolerância: carregam uma história racial.

Fé e pertencimento podem oferecer sentido, mas sofrimento psíquico não deve ser moralizado.

Muitos caminhos religiosos reconhecem rios, matas e animais como parte de uma comunidade de vida.

Paz não exige concordância; exige convivência, direitos iguais e compromisso contra a violência.

Rituais organizam memória e pertencimento, mas cada pessoa vive a perda de modo singular.
Mídia, inovação, ética e inclusão digital.

Tecnologia não é neutra: dados e decisões humanas podem automatizar desigualdades.

Sem descrição de imagens, contraste, teclado e linguagem clara, serviços digitais fecham portas.

Design responsável, moderação e educação digital devem proteger sem cortar vínculos e acesso à informação.

Diversidade em filmes, séries e games precisa existir diante e atrás das câmeras.

Centros de dados usam energia, água e materiais; inovação também precisa responder por seus territórios.
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Social
Direitos, cidades, proteção e participação.
Moradia é a porta de entrada para muitos outros direitos
Sem endereço seguro, saúde, educação, trabalho e proteção ficam mais distantes.
Acessibilidade não é favor: é condição de participação
Uma cidade só é pública quando todas as pessoas conseguem circular, compreender e decidir.
Proteger infâncias no ambiente digital é responsabilidade adulta
Violência sexual facilitada por tecnologia exige prevenção, canais de ajuda e plataformas responsáveis.
Migrar é um direito, acolher é uma escolha coletiva
Xenofobia transforma origem, sotaque e documentação em barreiras para uma vida digna.
Solidariedade é indispensável, e política pública também
Ações comunitárias aliviam urgências, mas direitos precisam de continuidade, orçamento e controle social.